Não quero nunca o teu silêncio.
Quero, sim, teu verbo solto
como a ave libertária
que sobrevoa os mares,
os montes, o ar
mesmo sem saber
o que é ser livre.
Quero a tua palavra
escrita, como documento,
ou falada,
soando nos meus ouvidos
como uma sonata
de Beethoven ou Bach...
Quero, sim, teu verbo solto
como a ave libertária
que sobrevoa os mares,
os montes, o ar
mesmo sem saber
o que é ser livre.
Quero a tua palavra
escrita, como documento,
ou falada,
soando nos meus ouvidos
como uma sonata
de Beethoven ou Bach...

Um comentário:
Além de agradecer ao maravilhas banais pela publicação do meu poema COMO SONATA,quero registrar a minha admiração pela qualidade dos trabalhos apresentados.Sucesso e abraço.
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