Doce pássaro alheio do sertão,
entre mortos que florescem deste chão,
como um canto proibido,
como um pranto incontido
abre as asas e vem ver,
como se fosses o olhar do mundo,
essa dor, essa gente, esse amor
sangrando n’uma manhã sem fim…
entre mortos que florescem deste chão,
como um canto proibido,
como um pranto incontido
abre as asas e vem ver,
como se fosses o olhar do mundo,
essa dor, essa gente, esse amor
sangrando n’uma manhã sem fim…

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